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Como os gatos sobrevivem a quedas altas?

15/10/2015 15:00 -03 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
hehaden / away for 10 days/Flickr
I know I say I fall in love at the rescue centre every week - and it's true, I do - but this week it's serious! Queenie is one of the sweetest cats I've ever met. She is incredibly gentle and affectionate and doesn't have an aggressive bone in her body. She's 4 years old. Queenie came in to the rescue centre because her owners have a new baby who is allergic to her. She's fine with other cats generally, but she lived with a male cat who didn't like her ... which may be the reason she has the scratch on her nose. Her nervousness made her mess in the house occasionally. So sad. If I had a vacancy in my house Queenie wouldn't even need to interview for it. She'd have the job instantly. She is fabulous. It was very, very hard to tear myself away.

Além de serem bem flexíveis, terem um senso de equilíbrio privilegiado e, diferentemente de eu e você, possuírem quatro patas para aguentar o tranco de um tombo, os bichanos desenvolveram a agilidade para fazer movimentos rápidos e girar o corpo sobre as patas.

Aí, confirmando a lenda, eles geralmente caem de pé, o que reduz bastante a possibilidade de um esborrachamento felino ao final do tombo. Mas não tem mágica: os gatos precisam de um tempinho para entenderem que estão caindo e adotar uma postura que amorteça a queda. Isso gera um fato curioso: a probabilidade de eles se machucarem é maior quando a queda ocorre de alturas mais baixas.

Uma pesquisa feita pelos veterinários americanos Cheryl Mehlhaff e Wayne Whitney, em 1987, confirmou essa tendência. Durante 5 meses, eles catalogaram todas as quedas de gatos de edifícios de Nova York (foram 105, no total) e viram que o maior número de ferimentos e mortes aconteceu com os felinos que despencaram até do 7º andar.

A explicação dos veterinários é que, quando percebem que estão chegando perto do solo, os gatos que caem de muito alto instintivamente relaxam a postura, aumentando a área do corpo que absorverá o impacto da queda do pobre felino.

Nada miau: Giro garante queda em pé

1. Quando o gato começa a cair, bigodes e pêlos nas bochechas captam a posição de bicho no espaço.O cérebro recebe e processa esses dado.

2. Em fração de segundo, o cérebro envia ordens aos músculos para que eles corrijam a postura do bicho, com as patas voltadas para o solo.

3. Instintivamente, o gato adota uma postura defensiva, encolhendo o corpo. Isso faz com que ele atinja mais rápido a velocidade final de queda, de cerca de 100 km/h.

4. Ao atingir a velocidade final, o bichano relaxa e se estica, oferecendo maior resistência ao ar e freando o corpo. É como se ele virasse um pára-quedas e tivesse mais área para seus músculos, ligamentos e articulações absorverem o choque.


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