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Nobel de Química é dado a trio por pesquisa sobre mecanismos de reparação do DNA

07/10/2015 10:49 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:52 -02
Reuters

Três cientistas foram agraciados com o Prêmio Nobel de Química deste ano por estudos para mapear como as células reparam o DNA danificado.

As descobertas possibilitaram o desenvolvimento de novos tratamentos para o combate ao câncer, entre outros avanços, apontou a Real Academia de Ciências da Suécia.

O trabalho de Tomas Lindahl, da Suécia, Paul Modrich, dos Estados Unidos, e Aziz Sancar, que tem cidadania turca e norte-americana, resultou numa caixa de ferramentas para reparos do DNA e para salvaguardar a informação genética.

"O trabalho deles forneceu um conhecimento fundamental sobre como uma célula viva funciona e é, por exemplo, usado para o desenvolvimento de novos tratamentos para o câncer", diz o comunicado da academia sueca.

Lindahl é professor emérito da Cancer Research UK, no laboratório Clare Hall, na Inglaterra. Modrich é professor de Bioquímica na Duke University School of Medicine, em Durham, Carolina do Norte, e Sancar leciona Bioquímica e Biofísica na University of North Carolina School of Medicine em Chapel Hill, também na Carolina do Norte.

O mais prestigioso prêmio no campo científico, o Nobel concede aos vencedores um prêmio total de 8 milhões de coroas suecas (US$ 953.500).

Nesta quinta-feira será divulgado o Nobel de Literatura, na sexta-feira o da Paz e na segunda-feira, o de Economia.

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