ENTRETENIMENTO

Morte de Chantal Akerman: Cineasta belga e feminista morre aos 65 anos

06/10/2015 17:38 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:52 -02
GIUSEPPE CACACE via Getty Images
Belgian film director Chantal Akerman poses during the photocall of 'La folie Almayer' at the 68th Venice Film Festival on September 2, 2011 at Venice Lido. 'La folie Almayer' is presented out of competition. AFP PHOTO / GIUSEPPE CACACE (Photo credit should read GIUSEPPE CACACE/AFP/Getty Images)

Morreu nesta segunda-feira (5) a cineasta belga Chantal Akerman, aos 65 anos, em Paris, França.

Feminista e interessada em explorar a mulher com profundidade por meio do cinema experimental, Akerman é conhecida principalmente por dirigir Jeanne Dielman, 23, quai du commerce, 1080 Bruxelles (1975).

Outros filmes conhecidos da diretora são Histoires d'Amérique (1989), pelo qual ela concorreu ao Urso de Ouro, no Festival de Berlim; Nuit et jour (2000), competidor do Leão de Ouro no Festival de Veneza; e a comédia romântica Um Divã em Nova York (1996), com Juliette Binoche e William Hurt.

Recentemente, Akerman esteve no Festival Internacional de Cinema de Locarno, na Suíça, onde exibiu seu mais recente trabalho, o documentário No Home Movie.

O filme aborda a mãe de Akerman, Natalia, sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz cuja ansiedade foi frequentemente abordada na obra de Akerman.

Segundo o New York Times, a diretora estava em mau estado de saúde mental após a morte da mãe em 2014, e chegou se internar em um hospital.

O jornal francês Le Monde Diplomatique reportou a morte de Akerman como suicídio.

A cineasta deixa quase 50 filmes em seu currículo.

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