COMPORTAMENTO
19/08/2015 10:11 -03 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02

Garota com manchas na pele encontra maneira para acabar com comentários negativos

Ciera Swaringen / Reprodução

Conheça a adorável Ciera Swaringen, uma garota de 19 anos que nasceu com manchas raras na pele chamadas nevos melanocíticos congênitos gigantes. Difícil, não é mesmo? Em resumo, a adolescente tem algumas e pintas e marcas de nascença gigantescas na pele. Esse tipo de lesão só é encontrado em um em cada 500 mil nascimentos!

Os médicos disseram para os pais de Ciera que as pintas não apresentam risco de saúde para a garota, mas ela não poderia passar por cirurgias para removê-las: “Minhas marcas de nascença estão crescendo constantemente. Eu costumo encontrar novas pintas com frequência, mas espero que o ritmo se torne mais lento após eu sair da adolescência“, a garota escreveu.

Como o mundo é um lugar cruel, é claro que os seus nevos acabaram resultando num problema para a garota, principalmente na hora de lidar com outras crianças: “Eu me lembro de estar no ônibus para a escola e ouvir um garoto rindo de mim e me chamando de ‘cachorro pintado’. Isso acabou com a minha confiança — eu era jovem e aquela ofensa fez com que eu me sentisse diferente das outras crianças, como se algo estivesse errado comigo“, ela diz.

Ciera ainda afirma que os comentários negativos partem principalmente dos garotos, que dizem que ela “parece estar suja” e sugerem que a adolescente “tome um banho” — mas, agora que ela cresceu, Ciera não deixa esse comentários negativos acabarem com a sua confiança.





Eu tenho tanto orgulho em ser diferente — e, além do que, nós todos temos algo que não é convencional, seja exposto ou não“, comentou. Ciera acredita que esse tipo de comentário é resultado da ignorância: “Aprendi a ignorar os comentários negativos e lembrar que a maioria das pessoas encara ou diz algo cruel porque eles não estão acostumados a ver alguém com a minha condição“.

A autoestima renovada também é obra da família de Ciera: “Lembro de quando eu comecei na escola e minha mãe me disse que as minhas marcas de nascença eram beijos de anjos — e eu guardo esta frase até hoje“. No começo deste ano, a garota resolveu escrever sobre a sua condição para um projeto do colégio.



Enquanto ela pesquisava conteúdo para o trabalho, encontrou um grupo de apoio para pessoas que apresentam a mesma condição que ela — e foi assim que ela percebeu que ela não está sozinha: “Espero poder comparecer na conferência deste ano, assim eu poderei encontrar outras pessoas como eu“.


SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS: