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Ministério do Trabalho e Emprego divulga balanço do trabalho estrangeiro no semestre

17/08/2015 16:52 -03 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
JOHAN ORDONEZ via Getty Images
Clowns parade in downtown Guatemala City on the sidelines of the VII Latin American Clown Congress on July 28, 2015. AFP PHOTO/Johan ORDONEZ (Photo credit should read JOHAN ORDONEZ/AFP/Getty Images)

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelou, nesta segunda-feira (17), que foram emitidas mais de 18 mil autorizações para estrangeiros trabalharem no Brasil.

O balanço apresenta dados contabilizando as solicitações feitas por empresas, que usam o Sistema Migrante Web - destinado ao recebimento eletrônico de documentos relacionados a pedidos de autorização de trabalho a estrangeiros.

Embora ainda sejam a minoria nas solicitações, houve um ligeiro crescimento no número de mulheres que receberam a autorização. Foram 2.139 autorizações neste ano, para 2.108 em 2014. Os trabalhadores do sexo masculino somaram 16.074 permissões.

A maioria das aprovações, no entanto, foi para autorizações temporárias. Apenas 1.187, foram expedidas em caráter permanente de trabalho no país.

Os estados que mais tiveram permissões concedidas foram o Rio de Janeiro, São Paulo e o Ceará, com 14.771 pedidos aprovados.

De acordo com informações do Ministério, a maioria (10.400) dos profissionais que receberam autorização para trabalhar no Brasil tem ensino superior completo. Os estrangeiros com ensino médio completo somam 6.400 pessoas no contingente de trabalhadores e apenas 921 pessoas com mestrado obtiveram a autorização para trabalhar por aqui. A grande maioria tem idade entre 20 e 49 anos.

Por grupos ocupacionais, os profissionais das ciências e das artes lideraram os pedidos com 8.068 autorizações.

“A maioria dos profissionais das artes veio dos Estados Unidos, são artistas, trabalhadores circenses ou similares. Em seguida temos os profissionais das Filipinas, Coréia do Sul e Reino Unido, que vieram ao Brasil, para serviços de assistência técnica, tecnologia e petróleo”, explica o coordenador da CGIg, Aldo Cândido.

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