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ASSISTA: Por que e=mc²? Explicamos em 3 minutos

06/08/2015 11:58 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:52 -02

Há exatos 70 anos, o avião Enola Gay lançava sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, uma bomba com a força de 15 mil toneladas de dinamite.

Três dias depois, em 9 de agosto de 1945, as Forças Armadas dos Estados Unidos dispararam outro artefato nuclear, daquela vez sobre Nagasaki.

As bombas atômicas Little Boy e Fat Man mataram entre 130 e 220 mil pessoas -- o número de vítimas é motivo de disputa entre os dois países. Isso sem falar em mortes indiretas, devido à radiação que até hoje assola a região.

O rastro de devastação foi tamanho que, cinco dias depois, o Japão se rendeu às forças aliadas, e a Segunda Guerra chegou ao fim.

Mas por que aquelas bombas, que tinham o tamanho de um carro sedã, eram mais mortíferas que tudo o que se viu na guerra antes?

A resposta é e=mc². A equação mais famosa do mundo, apresentada por Albert Einstein em 1905 como parte da teoria da relatividade, possibilitou que a bomba existisse teoricamente.

Com base na ideia de que massa e energia eram a mesma coisa, Alemanha, União Soviética e Estados Unidos disputaram uma corrida armamentista ultrassecreta em busca de uma bomba nuclear.

Mas o que exatamente significam os cinco termos de e=mc²? Assista ao vídeo acima para entender!

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