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Milionário Jason Buzi quer criar país para receber todos os refugiados do mundo

28/07/2015 16:29 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:52 -02
EU Humanitarian Aid and Civil Protection/Flickr
Chad / Darfurian refugees from Sudan / Djabal camp (17 766 refugees, 4681 families), 4 kilometers west from Goz Beida UNHCR sub-office located 217 km south from Abeche, located 900 kilometer east from N'Djamena the chadian capital. The camp, created on 4/6/2004, is located 80 km from the sudanese border. Tens of pupils in the court yard of Ali Dinnar primary school, during a morning break. The curriculum in darfurian refugees schools is the same than in Sudanese. 690 pupils attend this school where 19 teachers are working. The buildings are not numerous enough. There are 11 classes for 7 classrooms. Classes for the youngest are done outside, under trees. There are 6 primary schools in Djabal for 4496 pupils (2420 boys and 2076 girls). 60 % of the camp's population is under 18 years old. / UNHCR / F. Noy / December 2011

Em meio a uma das piores crises migratórias da história, um magnata do setor imobiliário americano fez uma sugestão controversa para resolver a questão: criar um país apenas para abrigar os 60 milhões de refugiados que estão espalhados pelo mundo.

"É quase chocante que ninguém tenha falado sobre isso como uma solução", afirmou Jason Buzi ao Washington Post, sobre a criação do Refugee Nation (Nação de Refugiados, em tradução livre)

O site do projeto sugere, por exemplo, que a nação possa ser criada em locais pouco habitados, como a Finlândia, que abriga 5 milhões de pessoas, mas tem uma área maior do que a do Reino Unido, que abriga 65 milhões habitantes.

Outras opções, de acordo com a apresentação do Refugee Nation, seria criar esse país em ilhas não-habitadas nas Filipinas ou na Indonésia.

Ele também sugere a construção de uma ilha em águas internacionais, fora do território de qualquer nação.

Buzi também é a mente que está por trás do Hiddeen Cash (Dinheiro Escondido, em tradução livre), um experimento social que pretende "exercitar a generosidade pública", e esconde dinheiro por várias cidades. A projeto, assim como a criação de um país para refugiados, dividiu opiniões.

Do ponto de vista econômico, segundo Buzi, o projeto não enfrentaria problemas: como a nação estaria saindo da estaca zero, haveria empregos no setor de infraestrutura. O novo estado seria uma democracia pluralista e capitalista, com uma "forte cultura de trabalho".

O dinheiro para construir o país, segundo o projeto, pode sair de fontes variadas, como um grupo de milionários, a Organização das Nações Unidas ou uma série de governos mundiais. E o idioma oficial recomendado seria o inglês.

De acordo com o Independento empresário já investiu pelo menos US$ 10 mil (cerca de R$ 34 mil) para estruturar uma equipe que vai ter como tarefa impulsionar a ideia.

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