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06/07/2015 17:20 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:38 -02

Perguntamos aos cubanos o que eles acham do fim do embargo econômico


Foi em outubro de 1960 que os EUA declararam embargo econômico, financeiro e comercial a Cuba. A medida impôs restrições às importações de produtos, transações financeiras e limitou o comércio entre os países. O bloqueio foi uma resposta à expropriação de empresas e propriedades norte-americanas pelos comunistas na ilha.

Desde então, Fidel Castro classifica o ato como "o maior genocídio da história". A princípio, as consequências do embargo foram minimizadas pelo aumento das relações comerciais entre Cuba e União Soviética. Porém, a partir de 1991, com o fim do bloco socialista, a ilha perdeu 85% de suas relações comerciais, mergulhando o país em uma longa crise econômica.

Em dezembro de 2014, os Estados Unidos e Cuba acenam para uma nova relação e iniciam negociações para a reabertura de embaixadas. O fim do embargo entra em pauta, e o tema mexe com sonhos, vontades e opiniões dos cubanos, que sofrem há anos com as restrições. Por isso, saímos às ruas de Havana perguntando: o que pode mudar em Cuba sem o bloqueio econômico dos EUA?

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Jorge Fernandes, 25 anos, fotógrafo: "Creio que nada vai mudar enquanto nosso governo for o mesmo porque eles têm a mente fechada."

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Yaquelin Lorenzo, 26 anos, faxineira: "Só vai mudar para os empresários; para nós, continua igual, nada muda."

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