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03/06/2015 16:48 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:19 -02

BBC faz 'ensaio técnico' para obituário e dispara tweet falso sobre rainha Elizabeth 2ª

ANDREW YATES via Getty Images
Britain's Queen Elizabeth II smiles as she arrives at Lancaster railway station in Lancaster, northern England on May 29, 2015, where, in her role as Duke of Lancaster, she visited Lancaster Castle and a local livery yard. AFP PHOTO / POOL / ANDREW YATES (Photo credit should read ANDREW YATES/AFP/Getty Images)

A rede britânica BBC pediu desculpas nesta quarta-feira (3) depois que uma jornalista da emissora publicou uma mensagem no Twitter por engano dizendo que a rainha Elizabeth, da Grã-Bretanha, estava doente e tinha sido levada ao hospital. Em seguida, a mesma conta afirmou que ela havia morrido.

A monarca de 89 anos, que em setembro irá se tornar a soberana há mais tempo no poder no país, de fato esteve no hospital londrino King Edward VII para seu exames anuais, informou o Palácio de Buckingham, a residência oficial da realeza. “Tratou-se de uma consulta de rotina, pré-agendada. A rainha já deixou o hospital”, disse uma porta-voz.

A declaração do palácio foi emitida depois de um tuíte de uma jornalista da BBC dar a entender que Elizabeth tinha sido levada às pressas para um hospital para um tratamento. Mais tarde a jornalista apagou o tuíte e pediu desculpas pelo que afirmou ter sido uma “pegadinha boba”.

A BBC declarou em um comunicado: “Durante um ensaio técnico para um obituário, tuítes foram enviados por engano da conta de uma jornalista da BBC dizendo que um membro da família real adoeceu. Os tuítes foram rapidamente apagados e pedimos desculpas por qualquer ofensa”.

A rainha reduziu suas atividades públicas nos últimos anos, e o príncipe herdeiro Charles tem assumido mais eventos oficiais. Entretanto, ela compareceu à abertura oficial dos trabalhos do Parlamento, na semana passada, e tem um compromisso ainda nesta quarta-feira no Palácio de Buckingham.

Quando foi hospitalizada em março de 2013 com sintomas de gastroenterite, foi a primeira vez em uma década que a monarca precisou de tratamento hospitalar.