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22/05/2015 22:47 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:12 -02

O vai e volta da luta de Belfort com Weidman

Divulgação

Na noite deste sábado (23) o brasileiro Vitor Belfort deve enfrentar o norte-americano Chris Weidman -- isso se não der nada errado. É a quarta tentativa de luta entre os dois, desde 2014.

Desde o dia 18 de maio de 2013, quando venceu Luke Rockhold nos pesos médios, Belfort tenta disputar o cinturão na categoria. Contudo, em julho de 2013 Weidman derrotou Anderson Silva duas vezes, o que foi ruim para Belfort, que queria uma revanche contra o brasileiro por conta de um nocaute dois anos antes.

Com Anderson Silva fora do páreo, Belfort acabou enfrentando Dan Henderson na categoria meio-pesados. Ele venceu por nocaute em apenas 1m17s e conseguiu o direito de enfrentar Weidman no UFC 173 em maio de 2014.

Mas Belfort fazia uso de uma terapia de testosterona chamada de TRT e um exame antidoping surpresa revelou que o brasileiro estava com os níveis desse hormônio acima do permitido. A terapia TRT acabou sendo proibida, e Belfort foi substituido por Lyoto Machida.

O brasileiro optou por abandonar a terapia e em julho de 2014 fez um pedido de licença de lutador em Nevada, nos Estados Unidos, sendo aceito sem grandes problemas. O Ultimate anunciou que Belfort enfrentaria Chris Weidman no dia 6 de dezembro, no UFC 181.

Dessa vez foi o americano que precisou desmarcar, pois estava com uma lesão na mão esquerda, após a luta com Machida. O combate finalmente aconteceria no UFC 184, em fevereiro de 2015, mas um mês antes Weidman alegou que estava com nova lesão, dessa vez na costela.

Ainda em fevereiro os organizadores do UFC bateram o martelo para que Weidman e Belfort se enfrentassem no UFC 187, dia 23 de maio de 2015.

Já em Las Vegas, onde ocorre a luta, Belfort disse que "é bom quando você pode representar um país e trazer esperança para dentro de casa" em, entrevista ao UOL. "O presente que Deus me deu foi esse, não só de representar um país, mas princípios, representar família, pais, mães, avós. O nosso país é tão sofrido, com tanta dificuldade, desvio de dinheiro público, pobreza. E eu ainda consigo levar esperança", disse.

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