COMPORTAMENTO
12/03/2015 14:16 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:12 -02

4 lições de carreira para aprender com a ativista Amal Alamuddin

ASSOCIATED PRESS
Amal Alamuddin, human rights lawyer and fiancee of US actor George Clooney attends the 'End Sexual Violence in Conflict' summit in London, Thursday, June 12, 2014. The Summit welcomes governments from over 100 countries, over 900 experts, NGOs, Faith leaders, and representatives from international organizations across the world. (AP Photo/Lefteris Pitarakis)

mal Alamuddin trabalha duro e não espera o sucesso cair em seu colo. Bem-sucedida, a advogada é especializada em direitos humanos, direito criminal internacional e extradição e atua em um dos escritórios de advocacia mais importantes da Inglaterra, o Doughty Street Chambers. Antes de ganhar de vez os holofotes e se tornar mulher de George Clooney, ela traçou um caminho brilhante mesmo recheado de casos controversos. Confira quatro lições que você pode aprender com a ativista.

1.Tenha foco e batalhe

Para Amal, o assunto política era recorrente em casa. Desde pequena, a libanesa - que se mudou aos dois anos para a Inglaterra - viu a mãe, Baria, editora do jornal libanês Al Hayat, escrever sobre questões estrangeiras e entrevistar políticos importantes como o ex-presidente americano Bill Clinton. A influência materna foi tão grande que, na hora de escolher uma profissão, quis ser advogada – e seu sonho era estar envolvida em questões internacionais. Formou-se pela Universidade de Oxford e fez mestrado na Escola de Direito de Nova York, onde se especializou em direitos humanos, internacional, penal e extradição. Ainda na faculdade, trabalhou em um grande escritório americano, fez muitos contatos na área e teve uma média louvável de 50% dos casos ganhos logo no primeiro ano de atuação, até ser convidada para assumir um posto de destaque em Londres.

2. Ouse

Ela é tão confiante de sua capacidade como advogada que não foge de casos polêmicos. Independente da crítica de terceiros, representou clientes controversos, como Julian Assange, fundador do Wikileakes, envolvido com o vazamento na internet de documentos confidenciais de governos. Neste ano, representou a Armênia no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, em um caso que envolve um político turco que insistiu em negar a existência do genocídio de mais de 1,5 milhão de armênios.

3. Seja você!

Amal não parece sofrer com a pressão dos holofotes. Sem se deixar abalar pelo tapete vermelho ou ser ofuscada pelo marido astro de Hollywood, a ativista emendou a lua de mel a uma vista a Atenas para ajudar o governo grego a recuperar o mármore do Parthenon, que está sob guarda inglesa no Museu Britânico desde 1816. E nada de desacelerar depois de casada: para 2015, tem oito casos para levar ao tribunal.

4. Queira sempre mais

Além de advogada e conselheira da ONU para questões do Oriente Médio, Amal é escritora, tendo inúmeros artigos publicados e dois livros lançados pela editora da Universidade de Oxford. Ela também treina juízes sobre assuntos do Oriente Médio, dá palestras sobre direito criminal internacional em universidades de Nova York e Londres, fala inglês, árabe e francês fluente.

LEIA MAIS:

- Descubra por que George Clooney tirou a sorte grande

- Egito nega ter ameaçado prender Amal Alamuddin