NOTÍCIAS
13/02/2015 16:06 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:02 -02

Rombo deixado por Agnelo Queiroz, ex-governador do Distrito Federal, provoca colapso nos serviços públicos de Brasília

Montagem/Estadão Conteúdo/Divulgação/Sustentare

O rombo de R$ 6,5 bilhões herdado pelo atual governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), está provocando um colapso nos serviços públicos de Brasília.

Milhares de servidores públicos estão recebendo os salários com grandes atrasos ou parceladamente durante o mês, caso o valor seja acima de R$ 9 mil.

Entre os profissionais prejudicados, estão 12 mil professores da rede pública. Outra categoria afetada é a dos garis; 2.650 estão sem receber.

Devido ao atraso na remuneração, servidores da saúde chegaram a entrar em greve este ano. Até mesmo terceirizados do GDF (Governo do Distrito Federal) cruzaram os braços.

Atualmente, usuários de ônibus também enfrentam percalço por greve de agentes do DFTrans, órgão responsável pelo transporte público local.

O débito bilionário foi deixado pelo ex-governador Agnelo Queiroz (PT), que, segundo o atual governo, fechou acordos sem consulta ou orientação das secretarias da Fazenda e do Planejamento, o que aumentou em muito os gastos públicos.

Segundo a Carta Capital, em quatro anos, a folha de pagamento dos servidores passou de 1,2 bilhão de reais para 2 bilhões. A atual gestão também criticou os mais de 2 bilhões de reais gastos nas obras e no estádio para a Copa do Mundo pelo governo Agnelo.

Em resposta, Agnelo disse ao Correio Braziliense que o déficit "é uma ficção, uma mentira". Ele diz que esse números são usados com o "objetivo de jogar uma cortina de fumaça por quem sabe que não tem como cumprir as promessas de campanha", referindo-se a Rollemberg.

Os brasilienses têm diferentes opiniões sobre a situação: