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10/02/2015 16:42 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:02 -02

Obama confirma morte de refém americana na Síria; Kayla Mueller estava nas mãos do Estado Islâmico desde 2013

Reprodução / Facebook / Twitter

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou nesta terça-feira (10) a morte de Kayla Mueller, trabalhadora humanitária americana que foi mantida refém pelos militantes do Estado Islâmico. Obama disse ainda que os EUA vão "achar e trazer justiça aos terroristas responsáveis".

"Estamos devastados em informar que recebemos a confirmação de que Kayla Jean Mueller morreu", afirmou sua família em um comunicado.

Na última sexta-feira (6) o Estado Islâmico afirmou que Mueller - capturada na Síria em agosto de 2013 - foi morta durante um ataque da Jordânia contra a cidade de Raqqa, a capital dos militantes na Síria. Inicialmente, a informação foi negada pelo jordanianos, que acusaram o grupo de fazer "propaganda" por meio do anúncio.

Segundo autoridades americanas, o Estado Islâmico entrou em contato com a família de Mueller durante o final de semana, e as informações repassadas pelo Estado Islâmico foram confirmadas pela inteligência dos EUA.

Com a confirmação da morte da jovem, sua família divulgou uma carta escrita por Mueller enquanto ela estava no cativeiro. Ela afirma, em seu relato, que estava em um local seguro, e sendo tratada com "respeito e gentileza".

A íntegra da carta (em inglês) pode ser lida no Huffington Post.

De acordo com a CNN a jovem, de 26 anos, sempre se dedicou ao trabalho voluntário, tendo atuado na Índia, em Israel e na Palestina. Depois, ela foi trabalhar na fronteira entre a Síria e a Turquia.

(Com informações das Agências de Notícias)