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17/11/2014 13:50 -02 | Atualizado 26/01/2017 21:52 -02

11 histórias de bastidores dos Power Rangers que você nunca ouviu

É hora de morfar!

Em maio, a Lionsgate anunciou que reiniciaria a série 'Mighty Morphin Power Rangers' com um novo filme. Não está claro se algum dos Power Rangers originais vai reprisar seu papel no filme, mas o Huffington Post foi atrás dos primeiros membros do elenco para falar dos bons tempos.

Leia a seguir 11 histórias da série que vão deixar todo fã da série com vontade de ouvir a trilha no volume máximo e assistir os vídeos no YouTube, gritando: “Dragonzord! Mastodonte! Pterodáctilo! Triceratopes! Tigre Dente-de-Sabre! Tiranossauro!”

As entrevistas foram feitas separadamente. Os entrevistados, em ordem alfabética:

  • Karan Ashley = Power Ranger Amarelo
  • David Fielding = Zordon
  • Walter Jones = Power Ranger Preto
  • Austin St. John = Power Ranger Vermelho
  • David Yost = Power Ranger Azul

1. Austin St. John e Walter Jones moravam juntos em uma república Power Ranger. Uma das festas acabou porque a polícia chegou de helicóptero

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Atores de outras séries populares também faziam aparições (e, ao que tudo indica, eles fizeram um acordo pouco tempo atrás para não contar muitas das loucuras que aconteciam na casa), mas aqui vão algumas informações sobre as lendárias festas, que continuaram mesmo depois que os atores saíram da série.

WJ: Eram muitas festas e muitos atores diferentes. As festas eram memoráveis: mesas de sinuca, trampolim, uma enorme píton burmesa de quatro metros. Era pura diversão. Às vezes eu chegava em casa e tinha 150 pessoas que eu não conhecia. Eu dizia: “E aí? O que está rolando?”

ASJ: Ah, as festas eram absurdas. Na época era todo mundo solteiro, todo mundo estava caçando. A gente era meio famoso e tinha uma casa incrível no alto de uma encosta em Glendale, Califórnia. Ela tinha uma vista de 360 graus da região de Los Angeles. Era lindo.

DY: As histórias mais engraçadas eram sobre as festas do Walter. Elas eram sempre boas. Era como uma república. As festas eram imperdíveis. Eles sabiam fazer festas.

ASJ: Tinha dublês, dançarinas profissionais que faziam turnês grandes. Tipo Janet Jackson. Quando organizávamos festas chamávamos as amigas dançarinas. Então sempre tínhamos essas mulheres muito gostosas em casa. E caras incríveis também, se fosse isso que os outros caras quisessem. As festas eram enormes. Muita cerveja. Inevitavelmente alguém chamava a polícia, e um helicóptero aparecia sobrevoando a casa e iluminando o quintal. Um policial batia na porta: “Desculpe, pessoal. Menos barulho”. O de sempre.

KA: Era tipo uma festa por mês. E o engraçado é que eu não conhecia os caras porque eles já não estavam mais no programa na época. A gente era só conhecido, mas as festas eram incríveis. A casa era "o" lugar. Fiz muitos amigos lá.

2. Os Power Rangers ganhavam o mesmo que “um funcionário do McDonalds”

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O elenco original sempre diz que trabalhava muito e ganhava pouco. Em uma entrevista anterior, Austin St. John disse que a produtora Saban Entertainment considerava um belo bufê no set o tratamento adequado para os atores. Nem mesmo a folga de Natal era garantida, e St. John já disse que sobreviver nessas condições provoca “Síndrome de Estresse Power Ranger”. Todos agradeciam pelos empregos que tinham, mas as condições não eram fáceis.

WJ: Trabalhar em um programa de TV fazendo 40 episódios por temporada não é pouca coisa, se comparado com um emprego qualquer. Mas quando o show gera bilhões de dólares, quando a empresa fatura 1 bilhão com produtos licenciados, quando temos brinquedos e parques e videogames e revistas em quadrinhos e tudo o mais com a nossa cara, começa a cair a ficha que deveria haver algum tipo de justiça.

ASJ: Não ganhávamos muito, de jeito nenhum. Eu ganharia o mesmo que ganhei na primeira temporada trabalhando no McDonalds. Era frustrante, e muitos de nós ficamos com raiva. [Haim Saban] não tinha consciência nenhuma: ele ganhava bilhões usando nossos rostos, porque era o dono da ideia, e pensava: “Azar deles”. Não quero colocar palavras na boca dele, mas ele não estava nem aí de ganhar todo o dinheiro, porque era o dono. Para o inferno com todos aqueles que o ajudavam a ganhar dinheiro. Sempre foi assim.

WJ: Logo antes do filme, decidiram que teríamos contratos. Não eram contratos excelentes. Não éramos sindicalizados e, para um determinado número de filmes e para outros 40 episódios, os contratos simplesmente não eram adequados. Depois de duas temporadas percebi que deveríamos nos sindicalizar e arrumar alguém para nos representar nas negociações, para termos um contrato coletivo. Não deu certo. Então três de nós negociamos um contrato e três ficaram de fora. No fim das contas, negociamos uma saída do contrato e partimos para outra.

KA: A gente trabalhava tanto que não sobrava tempo para se divertir. Quando entrei para a série, trabalhava de 12 a 15 horas por dia, seis dias por semana. Sobrava o domingo. Você perdia boa parte da vida só para acompanhar a agenda de produção e cumprir as obrigações do contrato. Lembro de chegar no set quando ainda estava escuro e sair quando estava escuro de novo. Era uma máquina. Você abaixa a cabeça e segue em frente. Nunca trabalhei tanto na minha vida.

ASJ:A gente se divertia. Trabalhava o dia inteiro, muitas horas em um programa que não seguia as regras do sindicato. Nunca vamos receber o que deveríamos. E Saban nunca vai se importar por não pagar o que deve. A vida é assim mesmo.

3. Austin St. John teve de morar no carro depois de sair do programa

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Imediatamente depois do programa, os atores não tinham muito dinheiro para sobreviver. St. John, em particular, passou por tempos difíceis. Mas os atores dizem que foi uma experiência importante.

ASJ: Teve uma época em que eu estava OK, fazia aparições públicas. Mas quando elas acabaram, cheguei ao fundo do poço. Foi quando vivi a história do ator que passa fome. Fiz um sucesso enorme, pelo menos na indústria, mas nunca me pagaram. Então tive de decidir o que queria ser quando crescesse. Acabei morando um tempo no meu carro, com meu cachorro. Estava por aí, ensinando artes marciais, e achei uns lugares no deserto do Arizona. Dormi num leito de rio um tempo até um amigo me acolher na casa dele. Aí tive de aprender a ser adulto, crescer, lidar com minhas responsabilidades. Definitivamente foi uma lição dura. Mas foi bom para mim. Na época eu odiava, mas, olhando para trás, foi bom.

4. Os Power Rangers faziam pegadinhas uns com os outros o tempo inteiro

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Como um grupo de jovens atores forçados a passar o dia inteiro juntos, eles acabavam fazendo muitas brincadeiras. Jason David Frank, o Power Ranger Verde, era o rei das pegadinhas no set. Ele fez David Yost comer um sanduíche de mosca, desenhou no sofá do camarim de Yost e quebrou uma escova na cabeça dele. As pegadinhas de Walter Jones e Austin St. John eram mais movidas a testosterona.

DY: Eu e Jason éramos melhores amigos. Ele tinha dois filhos e eu sempre tomava conta dos meninos quando ele queria sair com a mulher. Eu me considerava padrinho deles, de alguma maneira. Éramos muito próximos, ele fazia pegadinhas comigo o tempo todo. Algumas podem parecer exageradas, mas são engraçadas. E acho que nunca revidei. Mas ele era o palhaço do set, sem dúvida.

ASJ: Eu era o mais novo, com certeza, então fazia minhas brincadeiras. Fazia barulho enquanto eles estavam filmando, jogava uma cenoura por cima de um muro enquanto eles gravavam do outro lado. Só queria saber de confusão. Eu e Walter sempre pegávamos um assistente de produção chamado Nick Kellis. Era o tempo todo fazendo piada, se pegando, mas de brincadeira. Nunca era nada sinistro. Era uma grande família.

WJ: Nick Ellis era um assistente de produção. Ele era um cara que só queria fazer o trabalho dele, que era levar a gente pro set, mas a gente o atacava nos corredores. Não para machucar; só de brincadeira. E ele era um ótimo lutador. Tinha muita testosterona no set. Era soco, chute, tapa... Nada para machucar. E ele sabia que, toda vez que viesse nos buscar, seria atacado. Virou a parte divertida do dia. Nick levava tudo na esportiva. Na verdade, somos amigos até hoje.

5. Os testes de atores da série eram uma loucura

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Para selecionar o elenco de Power Rangers, Saban fazia testes abertos e enormes, dos quais participavam milhares de atores. Os membros que acabaram sendo selecionados para o programa apareceram só de brincadeira. Austin St. John foi para um dos testes depois de ser desafiado por um amigo. Os atores passavam por peneiras; depois, diferentes equipes de Power Rangers se enfrentavam em testes diretos. O Power Ranger Preto poderia ter sido ser uma pessoa estilo “Michael Jackson”. Zordon poderia ter uma voz mais louca, mas no seu teste David Fielding enfrentou somente um outro ator. O elenco selecionado originalmente tinha uma Power Ranger Amarela diferente: Audrey Dubois ganhou o papel que, no fim das contas, ficou com Thuy Trang. Quando Trang saiu do programa junto com St. John e Walter Jones, Saban fez outro teste aberto, no qual encontrou Karan Ashley.

KA: Quando comecei a fazer os testes, não sabia muito bem do que se tratava. Meu amigo me convenceu a ir, e quando cheguei lá eram milhares de pessoas. Tive de esperar várias horas na fila. Por sorte, um pouco à frente de mim na fila tinha um cara que sabia tudo de Power Rangers. E ele era um nerd, estava muito feliz por estar lá. Fiquei só ouvindo ele falar do programa. Isso me deu uma ideia do que era a série.

DF: Eu achava que seria mais um teste gigante como tantos outros: ficar horas com 500 pessoas na fila, ler duas frases e ir pra casa, sem nunca mais ser contatado pelos produtores. Quando cheguei ao escritório da Saban em Burbank, na Califórnia, fui para o andar onde estavam fazendo os testes, e só tinha um outro cara na sala de espera. Pensei: “Isso está esquisito”. Recebemos o texto e fomos cada um para um canto para estudá-lo. Ele entrou primeiro. Uns 20, 25 minutos depois, era a minha vez. Estava todo o elenco original com o diretor e os produtores. Eles pediram que eu subisse numa mesa e lesse o texto. Depois de terminar minhas falas e dar os poderes, lembro que Austin virou para os outros e disse: “Acho que encontramos nosso Zordon”. Bom, na época o personagem se chamava Zoltar. Fui para casa e, uma hora e meia depois, me ligaram, dizendo que o papel era meu.

Que tal ficar de pé naquela mesa?

DF: Não foi nada demais. Meio que fazia sentido para mim, pois, lendo a descrição do personagem, tinha ficado com a impressão de que ele seria uma figura imponente e um mentor para os garotos. Quando estava na outra sala esperando a minha vez, ouvi o outro candidato ensaiando a voz que faria. Era mais louca que a minha. A voz que eu usei, e que acabou sendo usada no programa, era muito mais grave. Na minha cabeça, Zordon era como Zeus, mas um Zeus gentil, não vingativo. Alguém que cuidasse desses novos super-herois.

6. Todas as imagens de Zordon foram filmadas em poucas horas, num só dia

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DF: Por motivos de orçamento, eles nunca filmaram o personagem de novo. Só reaproveitaram as imagens. Do ponto de vista da produção, é ótimo. Do ponto de vista do ator... Eles rasparam meu cabelo e prenderam minhas orelhas para trás. Usaram maquiagem para realçar minhas sobrancelhas e pintaram de verde a parte de cima do meu tronco e meus ombros. Fiquei sentado diante de uma tela verde enquanto me filmavam, pois só usariam minha cabeça. Lembro de ficar na cadeira umas três ou quatro horas. Só repeti os textos e me movimentei para que eles capturassem algumas reações: virando a cabeça, olhando nessa ou naquela direção. Se você reparar, os movimentos e as ações do personagem no programa sempre parecem fora de sincronia com todo o resto. Acho que essa era meio a ideia — o personagem estava preso numa dobra do tempo, numa bolha temporal, e tentava se comunicar da melhor maneira possível.

7. Depois de longos dias no set, os Power Rangers às vezes saíam para dançar. Walter Jones era o melhor dançarino

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Apesar de vários Power Rangers falarem do cansaço das filmagens, de vez em quando o elenco saía para dançar.

DY: Na primeira temporada a gente ia para algum bar às sextas. Ou então jantávamos no sábado à noite e íamos para algum clube. Walter é de longe o melhor dançarino, porque ele era profissional. Karan dançava bem, também. Eu provavelmente ficaria em terceiro lugar.

WJ: Eu provavelmente era o melhor dançarino do grupo. Sempre dancei, é minha paixão.

8. Muitos dos Power Rangers realmente gostavam de artes marciais e criavam seus próprios movimentos para as cenas de luta

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Os atores foram escolhidos porque Saban achava que eles seriam capazes de fazer as cenas de luta com pouca direção. Austin St. John, Jason David Frank e Walter Jones tinham experiência com artes marciais. Por economia, muitas cenas eram filmadas rapidamente, o que significava poucas indicações de como deveriam ser as lutas. Os atores meio que podiam fazer o que quisessem. Walter Jones foi instruído por Saban a criar um “garoto hip-hop”, mas o que isso queria dizer dependia basicamente da interpretação de Jones.

WJ: Foi ideia [de Saban] misturar hip-hop com artes marciais e dança. Eu tinha de pensar e decidir sozinho como fazer isso. Uma rasteira de break-dance — em que você vai para o chão e usa os pés para fazer um movimento de varredura no chão e no ar — é uma maneira eficaz de chutar duas ou três pessoas e depois dar uma rasteira. Mas eu é que tinha de achar um jeito de fazer isso funcionar. Encontrar jeitos de dançar e lutar ao mesmo tempo era uma das partes mais legais do trabalho.

Os Power Rangers realmente não tinham muito tempo para imaginar as cenas de luta.

WJ: Não era uma produção de filme, em que você tem duas semanas para coreografar uma cena de luta. Era tipo: “OK, no roteiro de hoje vocês vão lutar no parque. Que tal lutar nesse banco? Você conseguem inventar alguma coisa?” E então a gente tinha 15, 20 minutos, meia hora para decidir o que fazer. Então faço assim, ele me dá um soco, eu pulo no banco, giro e dou um soco nele. Era tudo improvisado e coreografado espontaneamente.

9. Por que Zordon queria “adolescentes com atitude”?

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Além de bons lutadores, segundo a abertura do programa, os Power Rangers tinham de ser “adolescentes com atitude”, além de "seres humanos arrogantes e superemocionais”. David Fielding explica por que Zordon queria esse tipo específico de pessoa para os Power Rangers.

DF: Na abertura [o texto fala algo como]: “adolescentes com atitude”. E no show o texto é “Mande vários adolescentes arrogantes e superemocionais”. Ele não os chama de adolescentes no programa. Mas eu gostava de “adolescentes com atitude”. Meio que servia dois propósitos. Por um lado, todo adolescente tem atitude, porque é adolescente. Por outro, acho que Zordon queria personalidades específicas para servir como super-heróis. Eles seriam não apenas habilidosos, como jamais recuariam. Acho que essa é uma mensagem importante para crianças e adolescentes: ter alguém que acredite em você e veja na sua atitude algo positivo, não algo que vá atrapalhar. Acho que era isso o que ele queria dizer.

10. David Yost foi atacado no set por ser homossexual, o que o levou a deixar a série e a procurar uma “cura religiosa”

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David Yost diz que só perdeu um dia de filmagens ao longo de várias temporadas, mas acabou deixando a série depois de anos de homofobia aparente por parte da equipe e dos produtores. No fim das contas, sem que os outros Power Rangers ou seus amigos soubessem, ele procurou um programa de “cura religiosa” para homossexuais e se internou num hospital.

DY: Eu vinha lutando com minha sexualidade durante toda a minha vida. Havia boatos sobre minha sexualidade no set. Ou então as pessoas contavam mentiras sobre mim. Eu só queria trabalhar. Não achava que fosse da conta de ninguém o que eu fazia com a minha vida pessoal. E eu não estava fazendo nada. Não estava saindo com ninguém, nada disso. Sei que alguns colegas foram questionados sobre minha sexualidade, e isso me deixou chateado.

Yost inicialmente tentou terapia religiosa, mas depois se aceitou.

DY: Cheguei a um ponto em que não estava bem, mentalmente. Achei melhor sair do programa, porque não queria mais ficar num ambiente que só aumentava meu estresse e fazia eu me odiar. Saí do programa e fiz muitas coisas para tentar deixar de ser gay, por assim dizer. Tentei terapia, mas não deu certo e causou muito estresse emocional, mais do que eu já sentia. Acabei tendo uma crise nervosa e fiquei cinco semanas internado. Depois, comecei a me recompor e a me aceitar. Aceitar que sou um homem gay e que está tudo OK.

11. Os Power Rangers se apoiavam mutuamente

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Todos os Power Rangers com quem conversei têm ótimas lembranças dos colegas. Foi uma ótima experiência para todos. Austin St. John e Walter Jones moraram juntos, mas também disseram que Jones era uma espécie de irmão mais velho de St. John no set. Um cuidava do outro caso alguém fizesse besteira. Que tipo de besteira?

ASJ: Bobagem. A gente saía, tomava umas cervejas e fazia bobagem. Contar piadas, muitas vezes sobre nós mesmos. Todo mundo ria e se divertia. Quando um de nós ameaçava passar do limite, o outro dava um toque.

WJ: Quando ele chegou na casa, [St. John] tinha acabado de fazer 18 anos. Era muito jovem e inexperiente e não tinha trabalhado como ator antes. Ele conseguiu o papel meio por sorte, só foi para o teste porque foi desafiado por um amigo. Então ele tinha muito o que aprender, e eu cuidava dele. E ele de mim.

BÔNUS: Onde eles estão agora?

Karan Ashley

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Karan Ashley é a entrevistadora da série Uncensored Talk e disse que um vídeo com George Takei está para sair. O que inspirou o projeto? “Por sorte, conheci muita gente incrível nas convenções e pensei: ‘Por que não falar com eles?’”.

Fato aleatório da entrevista: “Eu acumulo barbies da Aisha”.

Twitter: @karanashley

David Fielding

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David Fielding acaba de lançar uma novela pela Book Cool Beans P&E chamada Buddy Holly and the Cold, Cold, Ground, que ele descreve como uma história paranormal de fantasmas. Fielding também publicou alguns contos com a Source Point Press.

Fato aleatório da entrevista: Fielding gravou falas de Zordon ao mesmo tempo e no mesmo estúdio que o elenco de Jornada nas Estrelas: A Próxima Geração.

Twitter: @Zordon2012

Walter Jones

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Jones continuou a atuar tanto nas telas como fazendo dublagens. Ele também dá aulas de salsa na Califórnia.

Fato aleatório da entrevista: Após ser convidado para celebrar os 40º aniversário do reinado do rei da Nigéria, ele recebeu uma “chefia honorária”.

Twitter: @walterejones


Austin St. John

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Austin St. John voltou do Kuwait depois de quase quatro anos trabalhando como atendente de emergências médicas. Antes disso, ele trabalhou em equipes de resgate e como bombeiro na área de Washington. Recentemente ele tem retomado o contato com a “família” Power Rangers.

Fato aleatório da entrevista: Em “raras ocasiões” as pessoas que ele atende perguntam se ele é Jason: “Puta merda, você era o Power Ranger Vermelho?”

Twitter: @ASJAustin

David Yost

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Yost trabalha com produção e esteve envolvido no programa The Real Housewives of Beverly Hills. Ele também se envolveu na campanha pela legalização do casamento gay.

Fato aleatório da entrevista: Apesar de seu personagem, Billy Cranston, ser batizado em homenagem a Bryan Cranston, de Breaking Bad, que fazia dublagens para o show, os dois só se cruzaram uma ou duas vezes no estúdio.

Twitter: @David_Yost

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O Huffington Post conseguiu marcar estas entrevistas por intermédio da Galactic Productions, que representa muitos dos integrantes dos primeiros elencos da série e gerenciam as aparições dos atores em convenções. Os Power Rangers originais não entrevistados não são parte da Galactic Productions. Todos os atores entrevistados são parte do Mighty Morphin Power Rangers original, mas Karan Ashley entrou para o elenco depois da primeira temporada. A Power Ranger Amarela original, Thuy Trang, morreu num acidente de carro em 2001.

Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.