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07/08/2014 16:48 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:45 -02

Eleições 2014: conheça 5 motivos para amar ou odiar os ‘partidos nanicos' que estão de olho no Palácio do Planalto

Reprodução/YouTube

A pluralidade é uma das bases da democracia. Disso, ninguém duvida. Mas quando chega a época eleitoral, a ‘briga de cachorro grande’ para conduzir o Brasil, a disputa se resume, na maioria das vezes a dois, talvez três partidos. E nada mais. Então, para que servem os ‘partidos nanicos´?

Oficialmente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconhece 32 partidos hoje no País. No pleito para a Presidência nós temos 11 siglas encabeçando candidaturas. A inevitável polarização, que nas últimas seis eleições presidenciais ficou entre PT e PSDB, em maior ou menor grau, aumenta a dúvida sobre as razões que fazem partidos pequenos, com pouca visibilidade, buscarem um lugar ao sol.

O Brasil Post te sugere pelo menos cinco motivos para os ‘nanicos’ participarem a cada quatro anos das eleições presidenciais brasileiras. Neste ano, compõem esse grupo minoritários os candidatos Pastor Everaldo (PSC), José Maria (PSTU), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL), Rui Pimenta (PCO), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), e Mauro Iasi (PCB).

Dependendo do seu ponto de vista pessoal, são esses pontos que os tornam tão apaixonantes. Ou talvez odiosos.

Entretanto, deixando o maniqueísmo e a ausência de uma Cláusula de Barreira (aprovada pelo Congresso em 1995, mas julgada inconstitucional pelo Supremo para as eleições de 2006) de lado, a pluralidade está garantida.