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05/08/2014 11:35 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:45 -02

Sexo, drogas e sapatinho de cristal: a transgressão dos personagens Disney na obra de José Rodolfo Loaiza Ontiveros (FOTOS)

Reprodução/Facebook/José Rodolfo Loaiza Ontiveros

Para a arte, nada é sagrado. Tudo pode ser subvertido. Inclusive personagens fofos que acompanham gerações de crianças, como são os clássicos da Disney. É isso o que apresenta o artista José Rodolfo Loaiza Ontiveros na exibição Profanity Pop (ou "pop da profanação", em tradução livre), que acontece até 30 de agosto em Los Angeles, EUA.

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O evento é descrito como "uma celebração da liberdade criativa do nosso tempo". A liberdade aqui é traduzida com Branca de Neve fazendo selfies sexy, Margarida como Virgem Maria grávida, Cinderela mandando a madrasta se f*der, Donald e Pateta estourando um baseado...

Embora a exibição apresente os símbolos comuns da rebeldia pós-moderna, os cenários inventados não necessariamente estão ligados a regras quebradas — a maioria dos trabalhos de Ontiveros se apoia em temas clássicos de mitologia, religião e poder (ou seja, os pilares nos quais a história da arte se sustenta).

Ontiveros não tem o desejo de chocar, apenas; quer, sobretudo, dar aos personagens bidimensionais — sempre ligados ao universo infantil, por isso, às suas limitações etárias — a liberdade de transgressão negada por seu criador, Walt Disney.

Uma dose de transgressão é, de fato, fundamental.

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