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26/04/2014 14:49 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:29 -02

Reportagem revela novos documentos que demonstram má gestão da Petrobras no caso Astra

ASSOCIATED PRESS
Maria das Gracas Foster delivers a speech after being introduced as the first female chief executive for the Brazilian state-controlled oil company, Petrobras, in Rio de Janeiro, Brazil, Monday Feb. 13, 2012. (AP Photo/Felipe Dana)

A Revista Época traz em sua última edição novidades nada animadoras para a Petrobras e sua gestora, Graça Foster.

Documentos obtidos pela publicação demonstram que os gastos com a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, poderiam ter sido menores, uma vez que um dos processos judiciais poderia ter sido evitado.

Em 2004, a Astra comprou o controle acionário da refinaria Pasadena, no Texas, prlo valor de US$ 42,5 milhões – e pagou dívidas além de ter feito novos investimentos. A refinaria de posse da Astra foi vendida parcialmente – 50% – para a Petrobras, pelo valor de US$ 360 milhões. Uma das cláusulas do contrato apontava que em caso de divergência entre os sócios da refinaria, a empresa que divergisse deveria comprar a parte da outra sócia. Esta divergência aconteceu em 2008. Nesta ocasião a Astra propôs à Petrobras a venda de sua parte da refinaria. A estatal brasileira decidiu não pagar e entrar na Justiça. A Petrobras perdeu e foi obrigada a pagar uma indenização de US$ 639 milhões.

A reportagem de Época teve acesso a documentos que provam que a Astra estava disposta a entrar em um acordo neste momento da negociação. Mas, ao invés de preferir o acordo, a estatal decidiu seguir em frente na Justiça, aumentando ainda mais os gastos envolvidos com o imbróglio.

Leia a reportagem completa no site da Época.