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21/04/2014 16:57 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:29 -02

Jornal britânico cita uso de drones na Amazônia

SAID KHATIB via Getty Images
A picture taken on March 23, 2014 in Gaza City shows a flying drone camera that is used by Islamic Resistance Movement Hamas during a public rally marking 10 years since an Israeli air strike killed Hamas spiritual leader Sheikh Ahmed Yassin . Speaking to tens of thousands of supporters, Gaza's Hamas premier Ismail Haniya warned Israel it would pay dearly if it heeded its foreign minister's call to reoccupy the enclave to try to halt rocket attacks. AFP PHOTO / SAID KHATIB (Photo credit should read SAID KHATIB/AFP/Getty Images)

Municípios brasileiros estão recorrendo aos drones - veículos aéreos não tripulados - para monitorar o avanço do desmatamento na Amazônia e garantir que o novo Código Florestal, aprovado em 2012, seja cumprido.

Uma reportagem da edição online do jornal britânico Financial Times cita o exemplo da cidade de Altamira, no Pará, que já adquiriu um drone e agora aguarda treinamento para operar o equipamento. Em Alta Floresta, no Mato Grosso, a prefeitura pretende poupar R$ 100 mil para adquirir um veículo aéreo não tripulado.

O monitoramento das áreas que devem ser preservados é atualmente feito com trabalho de campo usando câmeras fotográficas e aparelhos de GPS em um "sistema de trabalho intensivo", segundo uma representante do município mato-grossense.

O jornal britânico conversou com um fabricante brasileiro de drones que relatou um "aumento significativo de pedidos" para as máquinas, que custam entre R$ 220 mil e R$ 400 mil. A projeção da empresa é vender entre 24 e 36 unidades neste ano.

Apesar de destacar o uso desse tipo de equipamento por prefeituras na tentativa de preservar a floresta, o texto ressalta que a maior parte da demanda é de "companhias hidrelétricas com o objetivo de monitorar possíveis invasões de propriedade, desmatamento e outros problemas".