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20/02/2014 11:44 -03 | Atualizado 26/01/2017 21:04 -02

Em 2009, Facebook negou emprego para criador do Whatsapp

Getty Images
The WhatsApp Inc. mobile-messaging application WhatsApp and the Facebook Inc. application are displayed along with other apps on an Apple Inc. iPhone in this arranged photograph taken in Hong Kong, China, on Thursday, Feb. 20, 2014. Facebook, the worlds largest social network, agreed to acquire mobile-messaging startup WhatsApp Inc. for as much as $19 billion in cash and stock, seeking to expand its reach among users on mobile devices. Photographer: Brent Lewin/Bloomberg via Getty Images

São Paulo – Há cinco anos, o currículo de Brian Acton, co-criador do aplicativo de mensagens Whatsapp vendido por US$ 19 bilhões para o Facebook, tinha todas as características para deixar qualquer recrutador de tecnologia com o queixo caído.

Além da formação em Stanford, ele ostentava a experiência de quem trabalhou durante 12 anos em empresas como Apple e Yahoo! - onde chegou ao posto de vice-presidente de engenharia.

Mesmo assim, as empresas mais descoladas do Vale do Silício na época não o quiseram em seus times.

Primeiro, o Twitter não o aprovou no processo de seleção em maio de 2009. Três meses depois, foi a vez do Facebook rejeitar uma oportunidade profissional para ele.

Na rede de microblogs, Acton escreveu na época: “O Facebook me recusou. Foi uma ótima oportunidade para me conectar com pessoas fantásticas. Esperando ansiosamente pela próxima aventura da vida”.

A próxima aventura foi nada mais, nada menos do que uma oportunidade de negócio bilionária. Após a dupla rejeição, Actor se uniu a Jan Koum, com quem trabalhou no Yahoo!, para criar o WhatsApp, que foi lançado no mesmo mês em que o Facebook recusou o emprego para ele.

Hoje, o serviço abriga 430 milhões de usuários que enviam e recebem 50 milhões de mensagens por dia.

Quando a transação com o Facebook for concluída, Acton pode acumular uma fortuna de 3 bilhões de dólares, segundo estimativa da Forbes.