NOTÍCIAS
11/02/2014 08:43 -02 | Atualizado 26/01/2017 20:50 -02

Dilma diz que pessimistas se surpreenderam com "marcha realizadora do povo"

Bloomberg via Getty Images
Dilma Rousseff, Brazil's president, pauses during a session on day three of the World Economic Forum (WEF) in Davos, Switzerland, on Friday, Jan. 24, 2014. World leaders, influential executives, bankers and policy makers attend the 44th annual meeting of the World Economic Forum in Davos, the five day event runs from Jan. 22-25. Photographer: Jason Alden/Bloomberg via Getty Images

A presidente Dilma Rousseff afirmou em discurso na noite de segunda-feira (10) que a "marcha realizadora do povo" tem surpreendido aqueles que têm feito previsões catastróficas para o Brasil.

"Disseram que era impossível um operário ser presidente, mais adiante afirmaram que uma mulher não teria pulso para comandar. Agora, eles têm a cara de pau de dizer que o ciclo do PT acabou, que nosso modelo se esgotou", afirmou Dilma, durante discurso no aniversário de 34 anos do PT, na capital paulista.

Segundo a presidente, essas afirmações são feitas pelos mesmos "que antes da posse de Lula anunciaram uma debandada gigantesca dos empresários brasileiros". "São os mesmos que a cada crise internacional diziam que o Brasil ia afundar", afirmou. Dilma disse ainda que o governo "enfrentou e venceu" todas as crises até agora.

Para Dilma, esses pessimistas "aproveitam alguns desequilíbrios típicos de uma conjuntura internacional muito difícil para todos os países para dizer que o fim do mundo chegou". "O fim de mundo chegou para eles, há muito tempo", afirmou.

A presidente disse que o fim do mundo da oposição começou quando o destino do Brasil "escapou por entre seus dedos". "Até hoje eles não entendem o acelerado processo de ascensão social que está em marcha em nosso País", afirmou, ressaltando que o Brasil deixou de ser governado para poucos.

Segundo Dilma, os críticos do governo não entendem como e por que Brasil está se tornando uma nação de classe média. "Não explicam como nos últimos três anos, enquanto o mundo quase se afogava na maré de desemprego, nós geramos 4,5 milhões de empregos", afirmou.