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Lacunas do Estado brasileiro que permitiram Henrique Pizzolato virar outra pessoa (INFOGRÁFICO)

07/02/2014 09:11 -02 | Atualizado 26/01/2017 20:50 -02

Preso nesta semana na Itália, o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato havia feito um planejamento bastante sofisticado para deixar o Brasil. Valendo-se da burrocracia brasileira, ele usou o próprio Estado – e a ineficiência no funcionamento e integração de repartições públicas – para se passar pelo irmão morto, Celso, e fugir do País. O infográfico abaixo, produzido por André Pinheiro Murched, mostra o passo a passo de Pizzolato.

O delegado Caio Rodrigo Pellim, responsável em Santa Catarina pela investigação da Polícia Federal sobre o sumiço de Pizzolato, informou ao Brasil Post que o mensaleiro será indiciado por falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Juntas, as penas chegam a até oito anos, segundo Pellim. Pizzolato foi condenado a 12 anos e sete meses pelo envolvimento no mensalão pelos crimes de peculato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Infográfico